Aprendendo com o erro alheio: e-mail marketing

terça-feira, 12 de janeiro de 2010 Não comentado
Em: Aprendendo com o erro alheio, Non-sense, Slider

Com a popularização do e-mail, surgiram empresas especializadas no envio de propaganda em massa para determinados grupos de pessoas selecionadas pelas mais diversas classificações possíveis, resultando em campanhas com segmentações únicas e exclusivas, sem chances de estar atingindo o público errado. Mas não é bem assim quando se tem uma empresa (ou essa empresa tem alguma outra responsável por essas ações) que acha que é só pegar uma lista de e-mail com uma única característica comum e despachar todo um arsenal propagandístico.

Infelizmente, o exemplo deste post é aqui da minha cidade mesmo. Não me sinto nem um pouco orgulhoso de que, logo no primeiro post da série “Aprendendo com o erro alheio”, expôr a minha cidade desta forma; mas vamos lá!

A algumas semanas recebi um e-mail marketing de um colégio, foi apenas um, sem problemas… tudo bem que não tinha nenhum link para remover meu e-mail da lista deles, mas apaguei e igonrei. Mas hoje, tive uma surpresa: outra pessoa daqui reclamando no Twitter de spam desse mesmo colégio; achei que foi a mesma situação que me aconteceu. Mas minutos depois, o maior erro estratégio-comunicacional envolvendo e-mail marketing:

E-mail marketing?

E-mail marketing?

Provavelmente se trata de uma falha no envio dos e-mails, mas não justifica o erro pelo simples fato de que a ferramente deveria ser previamente testada. E, estão lembrados da segmentação? Então. Este tipo de propaganda teria um resultado muito mais eficaz se fosse direcionado apenas para pais com filhos na idade que compreende os serviços da empresa. Não tem nenhuma lista deste tipo para comprar? Então por que este tipo de ação usando justamente uma mídia que não atinge o target proposto?

Estudar muito bem a necessidade e quais ferramentas serão utilizadas - de acordo com o alcance de cada uma no nicho definido como target - são procedimentos básicos para qualquer ação comunicacional, cogitar pular esta etapa é praticamente pedir para que toda campanha seja um fracasso total, no mínimo; um investimento sem retorno que vai – comicamente – resultar apenas na famosa frase: “Gastar com publicidade e propaganda não dá retorno nenhum…”.

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